Rotary RJ Ilha do Governador

O Rotary Faz a Diferença

Palestra sobre o RotaryNa última quinta-feira (24), o Rotary Club de Marechal Cândido Rondon Guarani realizou uma reunião especial para alguns convidados com uma explanação do que é o Rotary.

A palestra foi conduzida pelo companheiro Rodrigo Glesse, que contou a história do Rotary, de sua criação até os números atuais, com 1,2 milhão de sócios, presentes em 210 países, mais de 35 mil clubes e com cadeira cativa na Organização Mundial das Nações Unidas (ONU).

Após a apresentação, os companheiros também puderam expressar o que o Rotary significa para cada um deles, tendo como principais afirmações: companheirismo, ética, profissionalismo, ações sociais, fazer o bem, união de forças, amizades. Para Glesse, companheiro também responsável pela pasta Fundação Rotária, o Rotary é um grupo de líderes profissionais, comprometidos com a ética, que se unem em busca de uma sociedade melhor.

Ele destaca que um dos grandes diferenciais do Rotary frente a demais sociedades organizadas é a Fundação Rotária. Ela foi criada há 100 anos por Arth Klumph, quando numa iniciativa ele fez a primeira doação para criar a Fundação, eram exatos U$S 26,50. Hoje, a Fundação Rotária já recebeu mais de U$S 3 bilhões de dólares em doações e voltou seus esforços para a prevenção de doenças e resolução de conflitos, mantém seis Centros Rotary pela paz em quatro continentes, além de sustentar e subsidiar projetos sustentáveis.

O grande diferencial da Fundação Rotária é a aplicação dos recursos, 91% do que é arrecado é utilizado nos projetos. Tanto é que a Fundação Bill e Melinda Gattes investe parte de seus recursos na Fundação Rotária, por ser mais eficiente, ressalta Rodrigo.

#Endpolionow

Ainda na explanação, o companheiro destacou o maior projeto global de prevenção de doenças contra a Poliomielite, que nesse ano usa a tag #Endpolionow. “Em 1988, quando o Rotary, através de Fundação, começou a atuar nos esforços de vacinação eram 350 mil casos da doença por ano. Em 2017, tivemos o registro de apenas 13 casos, frente a 37 do ano de 2016”, pontua.

Porém, por maior que tenha sido a redução no número de casos, diz Rodrigo, é fundamental continuar a vacinação para que a epidemia não retorne. “Há uma estimativa de que se as crianças não recebessem mais as vacinas nós teríamos para os próximos dez anos cerca de 200 mil novos casos ao ano.”

Para finalizar o encontro e conscientizar os convidados e companheiros da importância da luta contra a doença, foi exibido um vídeo de Paul Alexander, que vive em Dallas, nos Estados Unidos, um dos últimos sobreviventes da pólio que necessita de um pulmão de ferro para sobreviver.

“Com a doença, todos os músculos do pescoço para baixo foram paralisados, inclusive seu diafragma. Com isso, ele vive em uma máquina, onde apenas sua cabeça está de fora. Mas Paul teve uma vida plena, formou-se em direito, obteve seu registro na ordem e mantém uma ativa carteira de clientes. Somente utilizando-se da boca escreveu uma biografia relatando como foi sua vida atrelada à máquina. Seu maior temor é o retorno de uma epidemia de pólio. Basta uma criança contaminada em um ambiente com pequenos não imunizados que podem jogar anos de esforços no lixo”, conta Glesse.

Conforme Rodrigo, fazer parte da história do Rotary é muito significativo. “É muito rico poder fazer parte disso. Por mais que realizemos inúmeras ações em nossa comunidade, sem o Rotary não faríamos parte de um projeto tão gigantesco e importante como esse”, finaliza.

Fonte: O Presente Digital

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Ter, 05/12/2017 - 09:33 , em

Meu nome é Lucas Innocenti de Meira Coelho (*), sou ex-interactiano, ex-intercambista, ex-rotaractiano e atualmente rotariano do Distrito 4310. Faço parte da família rotária desde meus 14 anos de idade e durante este tempo servi em várias funções, incluindo presidente de Interact Club e de Rotaract Club, secretário, tesoureiro, protocolo (tanto de clube quanto de distrito), representante distrital de Rotaract e secretário da então OMIR Brasil (hoje Rotaract Brasil).

Reunião de fundação do Interact São Manuel, quando assumi como primeiro presidente. Ao meu lado, o então presidente do Rotary São Manuel Alexandre Dega e ao seu lado o então Governador Distrital Luiz Ernesto Georges Barrichello.

Iniciei minha jornada na família rotária em 1999, quando fui associado fundador e primeiro presidente do Interact Club de São Manuel. Depois de passar por alguns cargos, fui selecionado pelo meu distrito para participar do programa Intercâmbio de Jovens, por meio do qual viajei para Macomb, no estado de Illinois, EUA (Distrito 6460), onde fiquei de agosto de 2001 até o final de julho de 2002. Durante este período, ajudei o Rotary Club de Macomb a fundar o Interact Club de Macomb, do qual me tornei sócio fundador e vice-presidente.

Para finalizar meu programa nos EUA, embarquei em uma viagem de ônibus pelo nordeste americano com intercambistas do mundo inteiro. Na foto, todos os brasileiros reunidos em frente à bandeira exposta na janela do veículo, exibindo seus paletós repletos de pins.

Quando voltei para o Brasil, me associei ao recém-formado Rotaract Club de São Manuel. Durante os quase 14 anos em que fui rotaractiano, tive a oportunidade de participar de inúmeras Conferências Distritais e Multidistritais, econtros e assembleias do Rotaract. Quando assumi a função de representante distrital do Rotaract, em 2010, fui convidado a ser palestrante, facilitador e treinador em diversos eventos.

 Alguns anos depois da fundação do Rotaract São Manuel, durante realização de projeto financeiro (bazar de roupas e utensílios domésticos). Alguns destes ex-associados são agora rotarianos – em sua maioria junto comigo participaram da fundação do novo Rotary

Deixei o Rotaract quando completei a idade máxima permitida e, junto com um grupo de amigos e ex-rotaractianos, tentei iniciar um Rotary Club Satélite em minha cidade. Apresentamos a proposta para o Rotary Club local, mas este não a aceitou. No entanto, não desistimos! Depois de poucos meses, conseguimos formar um grupo com o número necessário para fundar um novo Rotary Club. Assim, desde janeiro de 2017 sou associado fundador e secretário do Rotary Club de São Manuel – Paraíso (Distrito 4310). Este ano, também passei a servir como co-presidente de Comissão Distrital de Rotaract.

Projeto realizado com crianças acolhidas por duas instituições da cidade (mais informações no Rotary Showcase)

Sou membro da família rotária há quase 19 anos e tenho inúmeras histórias sobre minha experiência em cada um dos programas supracitados. Continuo atuante no Rotary, pois acredito muito em nossa organização e no impacto positivo que por meio dela podemos causar em tantas vidas.

(*) Lucas Innocenti de Meira Coelho é rotariano do Distrito 4310.

Quer contribuir para o nosso blog? Mande ideias, sugestões de posts ou uma história pessoal relacionada ao Rotary para globalcommunications@rotary.org.

Fonte: Rotary Voices

Enviado por Luiz Carlos em Seg, 04/12/2017 - 10:17 , em

Dezembro é o mês que Rotary dedica à Prevenção e Tratamento de Doenças. 

Você sabia que:

- anualmente, cerca de 1 bilhão de pessoas sofrem de doenças preveníveis como dengue ou lepra que não são tratadas a tempo?

- em todo o mundo, são necessários 2.4 milhões de profissionais da área de saúde adicionais para atender às necessidades da população?

- em 57 países, existem menos de 23 trabalhadores de saúde para cada 10 mil habitantes?

- uma em cada seis pessoas não tem os meios para pagar suas despesas médicas e 100 milhões de pessoas caem na pobreza devido à falta de recursos para pagar tais custos?

No Rotary, dedicamos o mês de dezembro à Prevenção e Tratamento de Doenças. Durante décadas, o Rotary tem sido líder na luta contra a poliomielite. O trabalho firme e constante dos rotarianos nesta campanha colaborou para uma queda considerável nos casos anuais de pólio em todo o mundo, passando de 350 mil em 1988 para apenas 15 casos até agora este ano. Estamos mais perto do que nunca de acabar com essa doença devastadora.

Estas e outras campanhas do Rotary nascem das comunidades, e pessoas como você podem fazer a diferença no sucesso de cada uma delas.  Juntos, podemos mais, pois somos pessoas em ação.

Considere realizar as seguintes atividades em sua comunidade para celebrar dezembro, mês em que damos ênfase a atividades de prevenção e tratamento de doenças:

1. organize campanhas de vacinação contra doenças contagiosas;

2. apoie projetos de educação em saúde sobre transmissão de doenças e métodos para prevenir infecções;

3. contribua com o treinamento e educação contínua de profissionais de saúde através de bolsas de estudos, bolsas e reconhecimento público;

4. ajude a melhorar e ampliar o acesso a cuidados médicos gratuitos ou de baixo custo em áreas com acesso limitado a serviços de saúde;

5. forneça suporte a longo prazo para centros de saúde comunitários.

Você tem outras idéias sobre como comemorar o Mês do Rotary para prevenção e tratamento de doenças? Compartilhe-as na seção de comentários.

Fonte: Rotary Voices - Histórias do Mundo Rotário - Dezembro 2017

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 03/12/2017 - 09:45 , em

Em 2015, após terminar os estudos financiados por um Subsídio Global da Fundação Rotária, Levi Vonk foi ao México trabalhar com transeuntes. O que ele escreveu sobre as suas experiências no país foi divulgado pelas revistas Rolling Stone e The Atlantic, e pela emissora National Public Radio. Especialmente para este Mês da Fundação Rotária, pedimos a ele que falasse sobre o que aprendeu e o que fez. Vonk estudou na Universidade de Sussex, Inglaterra, com o patrocínio dos Rotary Clubs de Shoreham e de Southwick, na Inglaterra; e de Charleston Breakfast, nos EUA. Seu mestrado em antropologia com ênfase no desenvolvimento e transformação social lhe rendeu uma bolsa Fulbright em 2014-15 para estudos no México. Ele é candidato a doutorado em antropologia na Universidade da California, em Berkeley.

Há duas coisas no sul do México impossíveis de evitar. 

A primeira é o pó, que vem do deserto e é visível em todos os lugares. É tanto pó que chega a grudar na pele.

A segunda é a violência.

Eu me deparei com as duas no percurso do trem La Bestia.

Entre outubro de 2015 e janeiro de 2016 foram apreendidas 24.616 famílias, a maioria da América Central. 

Fugindo da pobreza, de conflitos armados e ultimamente de gangues, nos últimos 50 anos, milhões de centro-americanos atravessaram o México viajando em cima dos vagões do trem de carga conhecido como La Bestia.

Em julho de 2014, o Departamento de Imigração mexicano anunciou o Plano Fronteira Sul, visando coibir o trânsito de pessoas na sua fronteira com Guatemala e Belize, e também dificultar o acesso ao trem La Bestia. O presidente mexicano Enrique Peña Nieto afirmou que o plano criaria novas zonas econômicas e garantiria os direitos humanos dos migrantes. Em vez disso, o que se tem visto é o aumento exponencial de abusos contra os transeuntes, como surras, sequestros e assassinatos. Alguns deles, inclusive, foram vítimas do mercado negro de órgãos humanos.

Eu tive a sorte de ser escolhido para uma bolsa do Rotary, que foi financiada pelo programa de Subsídios Globais da organização. No começo de 2015 concluí meus estudos, que tiveram bastante foco na forma pela qual o comércio e as iniciativas de desenvolvimento no México estavam tornando o dia a dia mais perigoso no país. Para entender o que estava dando errado, decidi aplicar o meu aprendizado no sul do México.

O sul mexicano é pobre e bastante rural, composto de pequenos vilarejos onde predomina a agricultura de subsistência. De certa forma, eu me senti em casa, já que cresci na zona rural do Estado da Georgia, e passei a me interessar por questões de imigração depois de dar aulas de inglês para pessoas que trabalhavam na Carolina do Norte colhendo repolho, frutas e árvores para celebração do Natal. Muitos delas, principalmente homens, eram do sul do México. O que eles falavam sobre a violência que assolava seu local de origem, trazida pelo tráfico humano e de drogas, despertou meu interesse.

É comum encontrar nos abrigos famílias com crianças pequenas e jovens desacompanhados.

Para entender como o plano anunciado pelo governo mexicano estava afetando as pessoas, eu decidi me hospedar nos albergues localizados ao longo da linha do trem, que na realidade são bem semelhantes aos encontrados em acampamentos de refugiados ou para os sem teto. Geralmente, a qualidade da água que eles fornecem é duvidosa e a energia elétrica é pouca e precária. Mas o que importa é que eles fornecem às pessoas uma refeição quentinha e um lugar para repousar antes de seguirem viagem ao norte do país. 

No começo, eu ficava chocado com a vida num abrigo. Pessoas acidentadas ou doentes chegavam todos os dias. Muitos estavam com desidratação severa e alguns apareciam com os pés em carne viva. Um dia, um membro de uma gangue entrou no abrigo em que eu estava para sequestrar alguém, mas foi detido.

Quando cheguei, os albergues ao longo dos trilhos do trem La Bestia haviam registrado uma queda do número de migrantes: de 400 pessoas por noite para menos de 100. Os encarregados dos abrigos afirmaram que o número de centro-americanos que buscava refúgio no México anualmente, cerca de 400.000, não tinha caído. A queda na ocupação dos abrigos foi provocada pelo medo que as pessoas têm da polícia da imigração, que estava prendendo todos aqueles julgados suspeitos que chegassem nas imediações do La Bestia. Assim, estes abrigos, que antes eram um alívio para os migrantes, tinham se tornado terreno perigoso para eles, dada sua proximidade do trem. “Estamos vivendo uma crise humanitária da mesma escala que a Síria, mas ninguém se importa”, chegou a dizer para mim o encarregado de um dos albergues.

Meus afazeres quando morava em albergue incluia cortar lenha, cozinhar e limpar o chão da cozinha. Também troquei curativos a ajudei muita gente a solicitar abrigo. Vivi entre aquelas pessoas sofridas e viajei com elas rumo ao norte, onde aproveitava toda oportunidade para ouvir suas histórias, o que eles tinham deixado para trás, para onde iam, o que tinham enfrentado na jornada e o que esperavam conquistar.

Escutei a história de Mildred, que tem três filhos e decidiu fugir depois de alguns bandidos ameaçarem matar ela e sua família caso não pagassem o "imposto de proteção". Teve a do Ivan também, o mais velho de seis filhos, que se mudou com a família toda para o México depois de escaparem da morte em Honduras nas mãos de um grupo criminoso. Milton morou anos nos arredores de Nova York — chegando a receber pedestres em seu apartamento durante o fatídico atentado de 11 de setembro de 2001 — antes de ser deportado. 

As coisas que vi e ouvi foram estarrecedoras. Em vez de se limitar à fronteira, o plano do governo se espalhou para rotas tradicionais de migração, que apesar de perigosas eram visívies e funcionavam com certa organização. As pessoas sabiam quais áreas do percurso do trem eram dominadas por gangues, quando e onde teriam que pagar o tal do imposto de proteção, que gira em torno de US$5 e US$20 dependendo de onde for cobrado. Os imigrantes viajavam em grupos para estarem melhor protegidos e nunca estavam muito longe de ajuda, como de um abrigo, de uma clínica da Cruz Vermelha ou de um posto policial.

O Plano Fronteira Sul mudou tudo isso. Os viajantes preferem se aventurar pela selva e caminhar dias a fio somente para evitar um encontro indesejável com os policiais da imigração. Os bandidos, que antes esperavam para extorquir as pessoas ao longo do percurso do trem La Bestia, agora vão atrás delas por estes caminhos ermos onde as roubam, sequestram ou simplemente as matam. 

O Plano Fronteira Sul falhou enquanto iniciativa de desenvolvimento. Ele tornou o sul mexicano mais violento e instável, já que a violência afasta investimentos de que a região tanto carece. 

Durante meus estudos, aprendi que desenvolvimento não é isso. Costumamos pensar em ajuda internacional para reduzir a miséria, e medimos a pobreza de acordo com o dinheiro que entra e sai. A antropologia do desenvolvimento analisa a ajuda global sob outro prisma. Nós avaliamos como as iniciativas se desenrolam na prática, para determinar as necessidades comunitárias e como elas podem ser sanadas de forma sustentável e, finalmente, autônoma.  

Axel Hernandez, trazido da Guatemala aos Estados Unidos pelos pais quando pequeno, já foi deportado dos EUA duas vezes. Ele agora vive no México. 

Quando morei nos albergues, via chegar carregamentos e mais carregamentos de roupas de organizações bem-intencionadas. Se antes de mandarem essas roupas elas nos perguntassem se as queríamos, teríamos dito que não, que todo o seu esforço e dinheiro seriam literalmente jogados no lixo. Isso não foi força de expressão: os encarregados dos albergues tinham que pagar para as vestimentas serem levadas ao lixão, por falta de espaço nos abrigos. 

O que os albergues precisam é de água limpa, encanamento melhor e disponibilidade de assistência médica. Mas eles não querem os materiais e equipamentos; eles querem a infraestrutura. Eles querem um sistema de purificação de água, saneamento e acesso a clínicas de saúde, junto com o conhecimento e condições para manter toda esta infraestrutura. 

Conforme um encarregado me disse: “Nosso objetivo é um dia não precisar de nada disso. É um dia poder viver sem esta crise migratória e a violência”.

As seis áreas de enfoque do Rotary trabalham com assuntos dessa natureza. Tal infraestrutura requer dinheiro e colaboração. Quem melhor do que o Rotary, com esta rede colossal de voluntários, para vencer tais desafios? 

Uma maneira que o Rotary encontrou para fazer a diferença nesse sentido foi financiar pós-graduação em cursos relacionados às suas áreas de enfoque. Depois da minha experiência, meu amigo Justin Hendrix passou vários anos num orfanato romeno, ajudando na educação das crianças. Uma amiga, a Emily Williams, recebeu bolsa do Rotary para fazer mestrado no instituto de direitos humanos Bartolome de las Casas, na Universidad Carlos III, Espanha, e agora auxilia menores centro-americanos desacompanhados e vítimas de tráfico nos Estados Unidos. Minha namorada, Atlee Webber, recebeu um Subsídio Global para estudar migração e desenvolvimento na Universidade de Londres e trabalha agora para o Comitê dos EUA para Refugiados e Imigrantes.

Os rotarianos sabem que para causar grande impacto é preciso entender a cultura com a qual se trabalha. Como bolsistas e ex-bolsistas do Rotary é isso que fazemos, durante e após os estudos.

Fonte: The Rotarian

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 01/12/2017 - 16:04 , em

Combatendo a poliomieliteOs pais que ainda não levaram seus filhos menores de cinco anos para a imunização contra a poliomielite, terão mais uma oportunidade neste sábado (22), onde todas as Unidades Básicas de Saúde estarão abertas para receber as crianças.
Um dos resultados mais importantes dos esforços do Rotary para erradicar a pólio é a aliança da qual você provavelmente nunca ouviu falar – a GPEI – Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, que é responsável pelo desenvolvimento de vacinas, detecção e contenção de novos casos e imunização de milhões de crianças anualmente. Ela se tornou modelo de parceria em grande escala, entre os setores públicos e privados, de pessoas a combater a disseminação de doenças.
Instituída em 1988, a GPEI é uma parceria da Organização Mundial da Saúde-OMS, Unicef, Centro Norte-Americano de Controle de Doenças-CDC e o Rotary International.
Mas a caminhada do Rotary ao combate a pólio surgiu ainda no ano de 1978. Em 1979 o Rotary realizou um projeto para imunizar seis milhões de crianças contra a pólio, nas Filipinas, e em 10 anos angariou 247 milhões de dólares para investir na causa.
Atraída pela iniciativa, a Organização Mundial de Saúde, no ano de 1988, durante Assembleia Mundial, criou a GPEI, para eliminar a pólio globalmente. Naquele ano haviam 125 países onde a pólio era endêmica e um total de 350 mil novos casos da doença. Em 2000, os números tinham diminuídos para 20 países e 719 novos casos.
O Brasil foi um dos primeiros países a erradicar a poliomielite com estratégias de vacinação. A primeira campanha nacional foi realizada em 1980. Até a década de 1970, registravam-se cerca de dois mil casos da doença por ano no Brasil.
Durante os anos de 1984 a 1995, o Rotary International forneceu todas as vacinas para o combate da pólio. O último caso brasileiro aconteceu em 1989, na Paraíba. Desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela OMS de erradicação da doença.
Esta é a principal bandeira que os 1,2 milhão de rotarianos levantam em suas ações. “Sentimo-nos privilegiados em fazer parte de uma movimentação deste porte. Em 2013, a doação dos rotarianos computou 1,3 bilhão de dólares para erradicar a pólio no mundo, e sabemos que, de alguma forma, contribuímos com esses números”, declara o presidente do RC Caçador Sul Contestado, Marco Aurélio Vargas das Neves.
Em 2009 a contribuição do Rotary para a iniciativa de erradicação chega a cerca de US$800 milhões. A Fundação Bill e Melinda Gates promete investir US$355 milhões, contanto que o Rotary arrecadasse US$200 milhões para a iniciativa.
Os mais de 32 mil clubes se mobilizaram na campanha de conscientização pública “Falta Só Isto” e a iniciativa ultrapassou US$1 bilhão. Agora a doação de Bill Gates tem um impacto ainda maior: até 2018, cada dólar que o Rotary se comprometer a usar para a erradicação da pólio será equiparado na proporção de 2 para 1 pela Fundação Bill & Melinda Gates.
Hoje, a redução de incidência global da pólio é de 99%. Apenas três países ainda registram casos da pólio: Paquistão, Afeganistão e Nigéria. O último país a atingir a erradicação foi a Índia, em 2013, conquista que reforça a erradicação global.
O Rotary também conta com a comunidade onde está inserido para o combate à pólio. “Se tivermos o apoio da comunidade em nossas ações, poderemos contribuir cada vez mais com a erradicação da pólio até o final de 2018, que no ano de 2013 totalizou um investimento de mais de US$ 10 bilhões”, frisa Neves.
SOBRE O ROTARY — O Rotary é uma rede de voluntários que dedicam seus talentos e tempo para tratar grandes necessidades humanitárias. O 1,2 milhão de associados dos Rotary Clubs estão em mais de 200 países e regiões geográficas. Eles trabalham para melhorar as condições de vida local e internacionalmente, desde ajuda a famílias em suas próprias comunidades até a erradicação de uma doença como a pólio.

Fonte: Jornal Informe (Caçador e Florianópolis) - 25/11/2017

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 25/11/2017 - 14:37 , em

Anualmente, 35.000 novos presidentes tomam as rédeas de seus Rotary Clubs. Como completei meu mandato neste cargo no último ano rotário, gostaria de compartilhar três lições que aprendi com a experiência:

1. Priorizar

É melhor definir um foco principal a cada ano em vez de traçar diferentes metas, a menos que você seja associado de um clube grande. Como o tempo passa rapidamente, correr atrás de muitas metas em apenas um ano pode acabar fazendo com que o clube não alcance nenhuma delas de forma satisfatória.

No nosso caso, a prioridade era desenvolver o quadro associativo. Afinal, depois de muitos anos de declínio, chegamos a apenas 18 associados. Na verdade, tínhamos 15, pois duas pessoas iriam se mudar de cidade e outra, sair do clube. Dos 15 associados, apenas sete ou oito eram realmente participativos. Graças a algumas iniciativas que explico no meu livro digital gratuito (em inglês), e um pouquinho de sorte, acabamos chegando a 40 associados. Em algumas áreas, estamos indo muito bem. Em outras, ainda temos um longo caminho pela frente. Mas o que nos ajudou foi ter um objetivo estratégico em mente.

2. Investir na comunidade

Muitos clubes estão envolvidos tanto em projetos locais quanto internacionais. Por trabalhar com desenvolvimento internacional, para mim é importante que o Rotary implemente projetos em outros países. No entanto, o que mantém a maior parte dos clubes são os projetos locais. Iniciativas internacionais geralmente envolvem apenas alguns associados; já as locais tendem a envolver um maior número de rotarianos e têm o potencial de atrair mais pessoas para o clube.

3. Atender às necessidades dos associados

Às vezes, as pessoas perguntam se somos uma organização de associados ou uma organização humanitária. Na minha opinião, o Rotary é, por natureza, uma organização de associados. Isso vem em primeiro lugar, já que sem um quadro associativo forte, os rotarianos não poderiam fazer todo o trabalho humanitário que fazem.

Os clubes precisam atender às necessidades e preferências dos seus associados. Isso pode significar um foco maior em projetos ou em algo completamente diferente, como atrair bons oradores. É claro que os clubes precisam fazer trabalho humanitário. Isso é fundamental e eu não teria continuado no Rotary se esse não fosse o caso – minha prioridade pessoal é fazer trabalho voluntário.

Mas nem todos os rotarianos têm as mesmas prioridades, e elas podem mudar ao longo da vida das pessoas. Há diversas maneiras de contribuir, e todas elas devem ser celebradas. Afinal, a diversidade é a força do Rotary e algo que os clubes podem (e devem) adotar.

Fonte: Vozes do Rotary - Por Quentin Wodon, ex-presidente do Rotary Club de Capitol Hill, Washington, D.C., EUA.

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 25/11/2017 - 08:44 , em

Se o projeto do seu Rotary Club é um “segredo” conhecido apenas pelos associados, provavelmente ele não terá o impacto esperado nem atingirá todo o seu potencial. O sucesso de campanhas de arrecadação, ações sociais ou iniciativas promocionais é resultado de intensa divulgação e do envolvimento do maior número de pessoas possível.

A ex-vice-presidente do Rotary International, Jennifer Jones, acredita que é extremamente importante compartilharmos a história da nossa organização. Segundo ela, “somos a maior história jamais contada”.

“Por muito tempo, fizemos nossas boas ações em silêncio, sem procurar reconhecimento”, explica. “Embora tenha sido algo nobre, isso não ajudou as pessoas a entenderem o trabalho que fazemos e o motivo de existirmos.” Para ela, contar a nossa história da forma certa é a chave para motivamos outras pessoas a se juntarem a nós.

Então, qual a maneira mais eficaz de contarmos a história do Rotary? Veja algumas dicas a seguir:

– Descreva um desafio ou problema, e explique como o Rotary entrou em cena para ajudar. Veja um exemplo aqui.

– Explique os benefícios da transformação e o impacto do Rotary na comunidade. Recursos visuais são sempre bem-vindos! Use fotos em alta resolução, vídeos ou imagens que mostrem como nós fazemos a diferença.

– Inclua exemplos reais e relatos tocantes e inspiradores. Nada como uma história cativante para ganhar um lugarzinho na mente e no coração das pessoas.

– Adapte a história de acordo com o seu público. Ele está familiarizado com o Rotary ou mal conhece a organização? É importante personalizar sua mensagem para garantir o resultado esperado.

– Evite jargões ou siglas do Rotary. Se a pessoa tiver que parar para pensar no significado do que você estiver falando (ou, pior ainda, pesquisar sigla após sigla), sua mensagem já perdeu força. Clareza em primeiro lugar, sempre!

– Conte uma história curta o suficiente para prender a atenção do público. Nos dias de hoje, as pessoas querem informações rápidas. Por isso, não enrole, não demore, nem extrapole demais. Crie uma mensagem eficiente, breve e de alto impacto.

– Ah, e não se esqueça de usar as mídias sociais para alcançar um número ainda maior de pessoas! Quem não está conectado hoje em dia? Use Facebook, Instagram, Twitter ou a rede social de sua preferência para disseminar a história do seu clube, de um projeto ou do Rotary de modo geral.

Para ajudá-lo nas suas iniciativas de divulgação, use os materiais da nossa nova campanha, Pessoas em Ação. Ela foi criada especificamente para divulgar o trabalho dos rotarianos, mostrando como eles fazem acontecer. Baixe os materiais promocionais no Brand Center hoje mesmo!

Fonte: Vozes do Rotary - Agosto 2017

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Sáb, 18/11/2017 - 13:48 , em

http://www.rotaryilha.org.br/rotaryjovens.jpgO recrutamento de associados jovens é essencial ao futuro da nossa organização. No entanto, profissionais jovens geralmente têm uma vida muito ocupada, obrigações familiares e limitações financeiras que dificultam a associação ao Rotary.

Torne o ingresso no clube mais atraente e viável para os jovens com as seguintes medidas:

1. Ofereça isenção ou redução das cotas do clube por um período determinado;

2. Crie um clube satélite com horário especial de reuniões ou formato alternativo mais conveniente para associados potenciais que tenham filhos pequenos. Faça as reuniões de manhã aos sábados ou crie um e-club satélite;

3. Reduza as despesas com refeições ou permita que estas sejam opcionais. Leve alguns produtos de confeitaria às reuniões, peça que cada um leve um prato ou estabeleça um sistema rotativo em que cada um leva comida ou bebidas na sua vez;

4. Realize atividades sociais e de networking que sejam interessantes e convenientes aos profissionais jovens;

5. Convide grupos de jovens para se afiliarem ao mesmo tempo de modo a fazer com que se sintam mais à vontade;

6. Crie um sistema no qual as faltas às reuniões sejam aceitas. Índices perfeitos de frequência normalmente não são possíveis para os profissionais de hoje. Isso pode exigir algumas mudanças nas tradições e normas do clube;

7. Destaque oportunidades de participação em projetos comunitários;

8. Indique um rotariano experiente para servir de mentor a um associado novo jovem para que este se sinta à vontade no clube. Para mais informações, consulte a publicação Orientação de Novos Associados: Guia Prático para Clubes;

9. Incentive a participação. Os jovens são criativos e motivados a pensar em novas ideias para resolução de problemas;

10. Ofereça variedade. Descreva as várias maneiras através das quais os novos associados poderão se envolver no Rotary. Identifique seus interesses e habilidades, buscando oportunidades de participação relevantes a eles.

Fonte: Vozes do Rotary  - Setembro 2017

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 17/11/2017 - 09:48 , em

Transcrevemos a seguir matéria publicada no site Planet News, contendo entrevista com a Governadora do Distrito 4480, Maria Cristina Noceti Lopes, quando de sua Visita aos clubes rotários da cidade de Olímpia - SP, Rotary Olímpia, Rotary Integração, Rotaract e Interact. Segue imagem da reunião e a íntegra da entrevista.

 

Planeta News: Como que é o Rotary em nível mundial, em nível de Brasil, qual a grande preocupação de vocês?

Maria Cristina Noceti Lopes: O Rotary Internacional é uma entidade secular, já estamos com 112 anos, nós já somos 525 distritos no mundo, aqui no Brasil nós somos 38 distritos, e somos uma família de mais de 1,2 milhão de pessoas no planeta inteiro. O Rotary não é assistencialismo, ele faz grandes projetos, tem grandes projetos e grandes programas. Dentro dos programas do Rotary Internacional, tem o Rotary, o Rotaract, que são jovens de 18 a 30 anos, o Interact, que é para idades entre 11 a 18 anos. Nós temos aqui no Distrito 4480, 1.769 companheiros. E temos um braço muito forte, que é a Fundação Rotária, o nosso banco. Somos a única ONG no mundo que possui um banco para financiar os projetos. O trabalho do Rotary no mundo é fazer grandes projetos, equipar grandes hospitais, clínicas, e por meio da Casa da Amizade, ajudar na parte mais assistencialista da comunidade. Mas, o Rotary se preocupa com grandes projetos, nós chamamos de projetos globais, são projetos que fazemos em parceria com o poder público, os hospitais… Por exemplo, para o Hospital de Câncer de Barretos, Unidade Jales, doamos arcos cirúrgicos, bisturi eletrônico, e ao mesmo tempo estamos fazendo projeto com Taiwan, na China, com o Japão, da mesma forma que eles fazem projetos conosco, porque projeto global tem que ter a participação do parceiro internacional.

PN: Vocês têm uma preocupação muito grande com a questão do fornecimento de água limpa, a questão do saneamento, a questão da saúde…

Maria Cristina: São seis ênfases, todos os projetos têm que cair nessas seis ênfases: é a saúde materna infantil, prevenção de doenças, recursos hídricos, educação, meio ambiente e desenvolvimento da comunidade. Nós pensamos, em primeiro lugar, desenvolver o potencial das comunidades, e não podemos fazer o programa que a gente quer, temos que fazer o diagnóstico na comunidade e levantar o que esta comunidade precisa, e aí sim é que o Rotary sai atrás para fazer os projetos. O Rotary é dotado de profissionais que detectam problemas na comunidade e resolvem esses problemas. PN: Vai muito além daquela ideia que o cidadão tem: “Mas o Rotary só faz reunião, eles só vão a jantares”… Na verdade é um trabalho muito grande. Maria Cristina: Nós temos um apoio muito grande do nosso companheirismo, que é muito forte. O Rotary sem projetos e sem companheirismo não anda. Agora, aquele projetinho que vem aqui para a gente, por exemplo, nós estamos precisando de 33 pacotes de fralda. Não é bom a gente comprar os 33 pacotes, e sim comprar uma máquina, para eles (os necessitados) fazerem. E o projeto tem que ser sustentável. Nós não podemos assistir um projeto a vida inteira, então, o que o RI e a Fundação Rotária nos pedem, são projetos sustentáveis. Você vai fazer um gabinete dentário com o poder público, o poder público está ali para nos ajudar, contribuir com o local físico e o profissional. O Rotary não pode pagar nem construções e nem mão de obra. Então, a gente equipa os locais junto com a prefeitura, junto com outros órgãos e até outras empresas, como a Unimed. Com ela temos um projeto em São José do Rio Preto, de leite humano. O Rotary equipou todo o banco de leite, e a prefeitura deu o local e a Unimed a mão de obra, então foi a parceria perfeita. Eles deram uma perua toda equipada para ir à casa das mães recolher o leite materno, e doar também para algumas mães que não têm.

PN: Na área da Educação vocês também têm uma proposta bem grande…

Maria Cristina: Bem grande, nós temos na área da Educação, os “segundos tempos” que a gente fala, da escola. Várias cidades aqui da região –nós somos em 42 cidades, 69 Rotarys-, e várias cidades fazem esse trabalho também em parceria com a prefeitura. Então, nós temos um determinado local que se usa para fazer o “segundo tempo”, mas a sala de Informática foi o Rotary que construiu, as quadras poliesportivas, as piscinas. Por exemplo, a APAE tem uma piscina com elevador, mas a APAE é uma instituição que depende do poder público, e também do Rotary. PN: Para ser mais especifico, na área da saúde vocês têm trabalho focado agora na erradicação da Pólio? Maria Cristina: Nós estamos correndo muito atrás da erradicação da Poliomielite. Não é uma brincadeira, é uma bandeira do Rotary, desde 1980 que nós conseguimos tirar essa Poliomielite do nosso convívio, mas vemos que todo cuidado é pouco, porque em Viracopos foi achado um vírus da Poliomielite. Eles fizeram uma coleta no esgoto por amostragem, em 2014, e acharam o vírus. Nós não temos mais o “Zé Gotinha”, acabaram-se as campanhas de alerta e as vacinações, agora é uma campanha geral, que a prefeitura, o Governo Federal e o Estado fazem. Mas nós temos que alertar as mães da importância da vacinação, porque algumas nem sabem o que é a Paralisia Infantil, por terem nascido em uma época que não tinha mais (a doença). Mas temos que alertar e correr atrás, pedir para a prefeitura deixar o Rotary ajudar, porque a “perna” que o Rotary tem, a prefeitura não tem. Se você põe 10, 20 rotarianos na praça divulgando a importância da vacinação, a prefeitura vai adorar, porque ela não tem dinheiro para pagar os funcionários dela, e o Rotary faz isso com a maior das boas vontades. Esse é o nosso maior foco.

PN: Isso não implica só no trabalho, implica também em investimento de grandes somas para poder manter esse tipo de trabalho? Maria Cristina: Aqui no Brasil, o governo já está bancando a vacina da Pólio, mas nós estamos no mundo inteiro bancando a vacina da Pólio. E temos três países no mundo que ainda têm, que são Argélia, Nigéria e Paquistão. E há dois meses, surgiu um surto de Paralisia Infantil na Síria, então você vê que a coisa está muito perto até de voltar, se não ficarmos alertas e não fizermos essas vacinas, é muito perigoso essa Paralisia voltar. PN: Qual a principal mensagem do Rotary?

Maria Cristina: O Rotary tem grandes mensagens, principalmente na área das novas gerações. Nós estamos capacitando, através do Intercâmbio Internacional da Amizade, o jovem para ser “Embaixador da Paz no Mundo”. Ele sai daqui, vai para outro país, fica um ano mostrando o que nós temos aqui, faz uma divulgação, é um grande programa que o Rotary Internacional tem, é esse investimento que a gente faz também. Um jovem-destaque é bancado pelo Rotary, para apresentar para esse país oque ele faz no Brasil, e isso é uma grande mensagem que estamos conseguindo através dos nossos jovens, das novas gerações, por meio do Interact e do Rotaract. Divulgam o que fazemos no mundo, não só em nível de cidade, em nível de estado, mas em nível mundial. Paz e prevenção de conflito. E, para nós, a paz começa com uma mãe olhando o seu filho jantando, tendo com ele um lugar para dormir.

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Sáb, 21/10/2017 - 10:01 , em

No último domingo, 01/10/2017, o Rotary Ilha do Governador realizou dois eventos de destaque em seu calendário rotário: plantio de mudas e Fórum sobre Desenvolvimento do Quadro Associativo - DQA.

Ambos eventos aconteceram nas dependências da ACM-Ilha do Governador, tradicional parceira do Rotary RJ Ilha do Governador.

O primeiro evento foi o plantio de mudas na área de floresta da ACM-Ilha, com mudas selecionadas pelo Companheiro Paulo de Souza Pires por meio de parceria estabelecida com a empresa Biovert e dentro do Programa de Rotary “Plante uma Árvore”. No total foram plantadas 4 (quatro) mudas no dia do Fórum e mais 16 (dezesseis) mudas no dia seguinte, por alunos da Centro Escolar da ACM-Ilha do Governador.

As mudas selecionadas constam de um catálogo apresentando as principais características de cada uma, distribuído por ocasião do evento, podendo o mesmo ser acessado pelo link Plante Árvore.

Imagens do plantio de mudas, com as participações do Governador do D4570, Henrique Ferreira, do Presidente do Rotary RJ Ilha do Governador, Walter, do Presidente da ACM-Ilha do Governador, Artur Peixoto e do Companheiro Paulo Pires, do Rotary RJ Ilha do Governador são apresentadas a seguir.

  

Após o plantio das mudas aconteceu o Fórum sobre DQA, sob a direção do Presidente do Rotary RJ Ilha do Governador, Walter, tendo como Expositor o Companheiro Governador Assistente Luiz Carlos Fávaro, do Rotary Clube Nova Iguaçu, como Moderador o Companheiro Luiz Carlos Dias, do Rotary RJ Ilha do Governador e compondo a mesa o Governador do D4570 Henrique Ferreira e o Companheiro Marcos Alves, Coordenador da Comissão de DQA do Rotary RJ Ilha do Governador.

A apresentação do Expositor Companheiro Fávaro foi bastante proveitosa e ilustrativa despertando a atenção e interesse dos Companheiros e Convidados presentes. Após a apresentação seguiram-se os debates sobre o tema, com significativa intervenção dos presentes.

A seguir, imagens do Fórum.


Enviado por Luiz Carlos em Qui, 05/10/2017 - 11:35 , em